quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Toda vitamina tem uma função no organismo.


Os que costumam dormir mais tarde fazem um estoque de coisas para comer. Este arsenal é variado e sofisticado, porque todo insone tem bom gosto e é criativo. O cardápio tem sorvete, batata frita, amendoim, chocolate, biscoitos, brownie, sucos e outras iguarias. Estar acordado, enquanto todos dormem, já é um sinal de que os níveis de serotonina (neurotransmissor) estão baixos, comer é a confirmação. Outros fazem este ritual durante o dia: são os boca-aflita. Não sabem ficar com a boca parada. Quando não estão comendo nada, estão mascando chiclete ou chupando uma balinha, de preferência diet. Comer é um antídoto para muitas situações, para muitos desajustes metabólicos e hormonais. Não comer ou não sentir fome fora do horário das refeições é normal quando estamos bem alimentados e equilibrados metabolicamente. Nas situações de estresse há uma grande alteração bioquímica e perda considerável de neurônios (células nervosas). Não adianta dar balinhas, refrigerante etc., que o máximo que o organismo irá fazer é energia, que, se não for usada, será estocada na forma de gordura. Temos que pensar bem antes de levar estes alimentos à boca! Os alimentos naturais contêm substâncias que trazem benefícios para a saúde, inclusive para o padrão de sono e o humor. Quanto menos processado for o alimento, maior quantidade de vitaminas e minerais ele detém. Toda vitamina tem uma função no organismo. A falta pode causar doenças graves e todo alimento natural contém um nutracêutico (substância capaz de nutrir) importante. Daqui a alguns anos quando todos os nutracêuticos forem isolados poderemos fazer um supermercado com os alimentos para uma doença específica. É para lá que estamos caminhando e, enquanto isso, pretendo, nesta coluna, falar sempre de um alimento funcional, para que, ao abrir a geladeira à noite, este alimento possa ser lembrado.

Fonte: Revista Orgânica

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Empresas verdes são possíveis?

A principal característica de uma empresa que se diz comprometida com o meio ambiente é “comprometer-se em tornar ecologicamente sustentáveis 100% de seus produtos num futuro próximo”, enfatiza Elisabeth Laville, professora da École des Hautes Études Commerciales, Paris. Se as empresas não tornam seus produtos ecologicamente sustentáveis, “não causam impactos reais sobre as questões ambientais que estão tentando resolver”. Para ilustrar, ela cita a produção automobilística mundial: “atualmente, apenas 12% do impacto sobre a mudança do clima em nível global causada pela indústria automobilística estão relacionados com as fábricas e 80% estão relacionados com os próprios carros”.

Experiente na questão da responsabilidade socioambiental corporativa, Elisabeth esteve no Brasil lançando o livro A empresa verde (Editora Õte, 2009), reeditado pela terceira vez na França, e concedeu a entrevista, a seguir, à IHU On-Line por e-mail. As empresas devem adotar uma abordagem de “sustentabilidade 2.0”, diz ela, o que significa não só assumir compromissos em relação a seus processos e sistemas internos, adotando uma abordagem de prevenção de riscos, mas ir além e tomar “a iniciativa de mudar seus produtos e serviços a fim de torná-los todos ecologicamente mais responsáveis”. Para isso, reitera, “teremos de nos concentrar em redesenhar os produtos, por exemplo, em fazer o ecodesign no upstream a fim de reduzir o impacto dos produtos ao longo de todo o seu ciclo de vida, mas também, em alguns casos, trabalhar na substituição do produto por um serviço que possa ser prestado sem consumir mais recursos naturais e gerar mais lixo”.

Elisabeth Laville é uma das fundadoras da Graines de Changement, que aborda temas como consumo responsável e os impactos da alimentação humana sobre o ambiente.

Fonte: Portal do Orgânico

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Você é o que você come!

“O homem evoluiu tecnologicamente para ter melhor qualidade de vida. Mas onde ele chegou em termos de qualidade nutricional e de vida?”

Terra + Homem = Nutrição de Qualidade

Alimentos orgânicos têm como princípio o cultivo sem insumos químicos, o equilíbrio entre a natureza e o homem; o resgate do ciclo da vida. Nesse tipo de cultivo, estão proibidos agrotóxicos sintéticos, adubos químicos e sementes transgênicas. Animais são criados sem uso de hormônios de crescimento, anabolizantes ou antibióticos, em muitos casos são tratados com homeopatia e fitoterapia. Para obter o selo de certificação, a produção deve obedecer às regras de manejo do solo, água e plantas, garantindo a saúde do homem, a manutenção de recursos naturais e boas condições de trabalho à equipe colaboradora. A nutrição da planta está diretamente relacionada com a nutrição do solo. Para garantir os níveis adequados de nutrientes em um alimento, é necessário o manejo correto e equilibrado do solo. Há décadas, o conceito capitalista iludiu o homem e empobreceu a terra. Quanto maior a pressão para produção em escalas comerciais, maior a ilusão do retorno financeiro e maior a degradação das áreas. A falta de rotatividade de cultivo e a super utilização do solo, comprometeram a composição nutricional original dos alimentos. A deficiência de micronutrientes fornecidos pelos alimentos e o estresse emocional levaram à desnutrição camuflada, quando as pessoas estão aparentemente saudáveis, mas fisiologicamente não. O resultado é a busca da complementação desses micronutrientes através de fórmulas ou cápsulas. A diferença é que uma cápsula não consegue repetir o modelo do alimento inteiro, fazendo com que a absorção esperada de determinados nutrientes seja prejudicada. Por isso, mesmo com todos os suplementos e complementos, é crescente o número de doenças degenerativas e relacionadas à baixa do sistema imunológico. O alimento orgânico trouxe uma melhora na qualidade do solo e do alimento. O orgânico resgata a qualidade nutricional do alimento porque garante manejos adequados, respeita o tempo de crescimento para cada espécie e protege o solo.

Fonte: Revista Orgânica

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Valor Nutricional de Orgânicos

Um estudo de 10 anos comparando tomates orgânicos versus convencionais sugere que os orgânicos têm quase o dobro de antioxidantes chamados flavonóides que protegem o coração. De acordo com o estudo, níveis aumentados de quercetina e campeferol foram encontrados numa média de 79% e 97% , respectivamente, nos tomates orgânicos. O artigo foi publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry.

Pesquisa feita com framboesas, morangos e milho de origem orgânica, pesquisadores encontraram um acréscimo de 20 a 58% de flavonóides nesses alimentos.

Em Março de 2007, três projetos de pesquisa europeus revelaram que tomates, pêssegos e maçãs processadas orgânicos têm melhor valor nutricional que os convencionais. Os tomates orgânicos têm maior teor de material seca total, açúcares totais, vitamina C, B - caroteno e flavonóides. Os pesquisadores recomendam tomates orgânicos como parte de uma dieta saudável capaz de prevenir câncer.

O estudo francês encontrou que pêssegos orgânicos têm maior conteúdo de polifenol no momento da colheita e conclui que o manejo orgânico apresenta efeitos positivos no sabor dos pêssegos. O estudo polonês encontrou maior quantidade de substâncias bioativas - fenóis, flavonóides e vitamina C - em purê de maçã orgânico comparado com as conservas convencionais.

Kiwis orgânicos têm maior nível de vitamina C e polifenóis e, conseqüentemente, maior atividade antioxidante. Além disso, pesquisadores da University of California Davis que fizeram a pesquisa afirmam que todos s constituintes minerais são mais concentrados no kiwi orgânico comparado ao convencional.

Estudo apresentado no encontro da American Chemical Society mostra que laranjas de origem orgânica contêm até mais de 30% de vitamina C que as de origem convencional.

Leite de origem orgânica contém 68% mais ácido graxo essencial ômega-3 de acordo com pesquisadores da University of Liverpool. A pesquisa foi publicada no Journal of Dairy Science também mostrou a superioridade do leite orgânico com relação a quantidade de vitamina E e de antioxidante B-caroteno. Carne de animais criados a pasto (manejo orgânico) tem maior quantidade de ácidos graxos essenciais polinsaturados ômega -3 e menor taxa de ácidos graxos saturados do que animais criados com grãos e rações. Resultados similares foram encontrados para frangos criados organicamente (38% mais ômega-3 que em frangos convencionais). Além disso, a carne dos frangos foi considerada mais saborosa e uma melhor alternativa de produção devido às condições de bem- estar animal e qualidade do produto. Os estudos foram publicados no Meat Science Journal.

Outro estudo feito com frangos orgânicos mostram que esses apresentam 25% menos gordura total do que os frangos criados de forma intensiva em granjas. A pesquisa foi realizada no Institute of Brain Chemistry and Human Nutrition na London Metropolitan University.

Frutas e verduras avaliadas nos EUA contém menor teor de vitaminas e minerais do que há 50 - 60 anos atrás segundo pesquisa da University of Texas. Os pesquisadores foram unânimes em afirmar que ao optar por vegetais orgânicos o consumidor ingere maior quantidade de micronutrients e de antioxidants.

Uma revisão de 41 estudos apresentado no The Journal of Alternative and Complementary Medicine comparando alimentos orgânicos e convencionais encontrou entre os orgânicos um aumento na taxa de 21 nutrientes analisados. Entre os nutrientes pesquisados estão o ferro, o magnésio, o fósforo e a vitamina C.

Fontes: SOIL ASSIOCIATION : http://www.soilassociation.org/ Traduzidos e revisados por Dra. Elaine de Azevedo

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Preocupação com saúde leva consumidor a optar por orgânicos, afirma pesquisadora

Produtos agrícolas cultivados sem defensivos químicos vêm ganhando o mercado brasileiro e conquistando outros países. Entre agosto de 2006 e setembro de 2008, o Brasil exportou 37 mil toneladas em produtos orgânicos.

Sabor atraente e maior teor nutricional, aliados a técnicas de cultivo que ajudam a preservar o meio ambiente, são os principais motivos que levam o consumidor a dar preferência ao alimento orgânico. A afirmação é pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Neide Botrel Gonçalves, doutora em ciência dos alimentos.
“A escolha do produto orgânico tem sido feita principalmente pela maior preocupação com a saúde. Em segundo lugar, pela prevenção do meio ambiente e, por último pela questão da qualidade sensorial, que é o sabor.”

A especialista explica que pesquisas da Embrapa têm constatado que esses produtos conquistam os consumidores por serem mais saborosos e frescos do que os cultivados da maneira convencional. “De acordo com os consumidores, eles apresentam maior firmeza e quantidade de suco em algumas frutas”, revela.
O valor nutricional dos produtos livres de agentes químicos também é alvo de estudos da Embrapa. A pesquisadora afirma que nos alimentos produzidos a partir de técnicas de plantio orgânico foi verificado um maior teor de matéria seca, o que revela também um menor índice de nitrato, substância que pode se tornar cancerígena se for ingerida em alto teor.
“Essa matéria seca confere maior resistência ao produto, maior teor de fibra e menor teor de nitrato, que é encontrado em altos índices nos alimentos produzidos com agentes químicos”, conta.
Outro fator que leva o consumidor a optar por orgânicos é a durabilidade. Estudos da Embrapa revelam que esses produtos apresentam maior resistência quanto ao armazenamento, por conterem substâncias que ajudam a prevenir contra ataque de microorganismos. “Com isso, [os orgânicos] são menos suscetíveis a ataques de fungos e bactérias”, esclarece Neide.
Segundo Neide, ainda há pouco espaço para estudos sobre produção orgânica no país. No entanto, diversas pesquisas estão em andamento e deverão ser divulgadas logo. “Ainda tem muita coisa para divulgar. Existem várias unidades da Embrapa que estão concentrando seus esforços nessa questão dos orgânicos”, afirma a pesquisadora.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Adubação verde pode ajudar no sequestro de carbono, redução do efeito estufa e do desmatamento



"Sequestro de carbono", emissão reduzida de gases para a atmosfera, contribuição à redução do efeito estufa e do desmatamento pelo uso racional de áreas cultivadas, por exemplo, em integração lavoura pecuária. Essa é uma das principais vantagens que o agricultor pode esperar da adubação verde, segundo boletim técnico lançado recentemente pela Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) em parceria com a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), ambas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

A publicação "Adubação Verde no Estado de São Paulo" foi proposta pela Comissão Técnica de Agricultura Ecológica da Secretaria e o texto é de autoria dos pesquisadores Elaine Bahia Wutke (Instituto Agronômico - IAC), Paulo Espíndola Trani (IAC) e Edmilson José Ambrosano (Pólo Apta Centro Sul) e do engenheiro agrônomo Mário Ivo Drugowich (Divisão de Extensão Rural - Dextru/Cati). Segundo os autores, a adubação verde foi incluída, a partir de 2000, em projetos específicos em microbacias hidrográficas, viabilizados pela Cati com recursos do Banco Mundial (Bird) e do Tesouro do Estado.

A técnica "foi incentivada como estratégia de aumento da cobertura do solo, de controle do escoamento superficial, de proteção ao ambiente e de otimização da produtividade agrícola sustentável. Outra evolução constatada foi a utilização de mistura ou ´coquetel´ de gramíneas com leguminosas, objetivando mais durabilidade do material orgânico no solo e liberação dos nutrientes de forma mais sincronizada para as plantas em sucessão."

Em 2005/2006, foi iniciado em São Paulo o convênio entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), IAC e a Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola (Fundag). O trabalho é executado em pólos regionais para a produção orgânica de sementes de crotalária júncea (Crotalaria juncea L.), cv IAC-1, guandu [Cajanus cajan (L.) Millsp.] cv IAC-Fava Larga e mucuna-preta (Mucuna aterrima) cv Comum, que seriam distribuídas aos agricultores em todo o País.

Os técnicos da Apta e da Cati esperam que a utilização constante da adubação pelo menos mantenha "elevada produtividade por unidade de área, com conseqüentes melhorias no ambiente e na qualidade de vida, com manutenção e valorização dos empregos no meio rural, com contribuição efetiva na otimização do retorno econômico ao agricultor e com garantia da sustentabilidade e da biodiversidade na propriedade agrícola."

Também prevêem "utilização adequada dos adubos verdes em aspectos de biorremediação dos solos cultivados, de caracterização e avaliação de qualidades tecnológicas e nutricionais utilizáveis na medicina, fitoterapia, fabricação de cosméticos e até como possíveis fontes energéticas renováveis."

Outras vantagens gerais da adubação verde para o agricultor são a otimização da produtividade e do lucro na propriedade; preservação e conservação dos recursos naturais e da biodiversidade; proteção, recuperação e manutenção dos solos cultivados; ciclagem dos nutrientes, adição de nitrogênio pelas leguminosas e manutenção da matéria orgânica do solo; aproveitamento mais adequado e racional dos insumos; utilização de algumas espécies na alimentação humana e animal; efeitos de quebra-ventos ou de arborização em culturas perenes em formação; utilização como possíveis fontes energéticas renováveis, como de biodiesel, possibilitando a redução de pressão por novas áreas de produção; e utilização no controle de nematóides do solo e de plantas daninhas.

O boletim técnico foi editado pelo Centro de Comunicação Rural da Cati (Cecor). Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3743-3858. (Texto: Assessoria de Comunicação da Apta)

Fonte: Assessoria de Comunicação da Apta

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Produção certificada de alimentos é destaque em 2009

A certificação dos produtos agropecuários no Brasil foi destaque das ações da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em 2009. As atividades nas áreas de alimentos orgânicos, produção integrada e armazenagem marcaram os avanços na qualidade dos alimentos produzidos no País.

Este ano, foram assinadas três instruções normativas para a regulamentação dos produtos orgânicos, estabelecendo as normas técnicas para a produção agropecuária, comércio e transporte dos produtos processados. Além disso, foram estabelecidas as regras para certificar o extrativismo sustentável orgânico e os mecanismos de controle e informação da qualidade desses produtos. Também foi estabelecido o Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras, que fixa as regras e procedimentos de gestão para qualificação e habilitação de armazéns.

O secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, Márcio Portocarrero, avaliou as ações que consolidaram o processo de certificação de alimentos e armazenagem.

Portocarrero explicou que o Brasil segue a tendência do mercado internacional que exige qualidade e procedência de alimentos.

Que avaliação o senhor faz das ações da SDC em 2009?

Portocarrero - A grande ação da SDC foi instituir e oficializar mecanismos legais para certificação em várias áreas. Esta é uma tendência mundial e os governos têm instituído regras de certificação de processos e produtos. O consumidor quer saber como o alimento foi produzido e manipulado, desde o plantio até a prateleira do supermercado, dentro das regras de boas práticas agropecuárias e respeito à legislação sanitária e trabalhista, além da preocupação em preservar o meio ambiente.

Como funcionam os processos de certificação no Ministério da Agricultura?

Portocarrero - Ao Mapa cabe auditar, instituir regras e fiscalizar. Quem certifica são entidades privadas credenciadas pelo Instituto Nacional Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial (Inmetro).

Quais os avanços no controle dos produtos orgânicos?

Portocarrero - Este foi o ano da normatização, estamos expedindo as normas para as diferentes culturas. Os produtores orgânicos terão à disposição todo o aparato legal e ao mesmo tempo poderemos excluir do mercado o falso produtor. Teremos estatísticas, controle e certificação. Poderemos abrir mercado para os orgânicos com a chancela do Ministério, mas a certificação será realizada por entidades privadas.

E os produtos convencionais? Qual é a certificação do Mapa?

Portocarrero - São alimentos incluídos na Produção Integrada (PI) que atendem regras de respeito ao meio ambiente, uso de tecnologias de boas práticas, respeito às leis trabalhistas e regras sanitárias. Hoje, além da produção integrada de frutas, o Brasil já tem normas para carne, leite e outros produtos. Além disso, em 2009 foi lançado o livro de Produção Integrada que é a consolidação do processo e informa ao mundo que o Brasil possui regras para a produção de alimentos certificados.

Este ano os armazéns de grãos também terão que se adaptar às regras para certificação. Qual importância para o consumidor?

Portocarrero - Teremos produtos com mais qualidade e diminuindo o grande problema no País que é o desperdício. Os armazéns serão cadastrados e certificados pelo Mapa dentro das regras estabelecidas obedecendo aos padrões de qualidade para garantia do produto final.

Fonte: MAPA