Saúde, o melhor presente para seu Pai.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
sábado, 27 de julho de 2013
LANÇAMENTO DA ECOBIO
A ECOBIO lança mais uma inovação no mercado de orgânicos: a Farinha de Chia Orgânica e a Chiaça. Produtos que reúnem todas as propriedades nutricionais do mais poderoso grão antioxidante, mas com a vantagem de ser melhor absorvido pelo organismo e poder ser utilizado como aditivo em qualquer preparo culinário. Os produtos vêm embalados em alto vácuo para proteger da oxidação e manter os ômegas 3,6 e 9. Recomendadas para dieta de emagrecimento.
Venham conhece em nossa loja virtual http://www.ecobiosaude.com.br/
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sexta-feira, 19 de julho de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
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"Os
agrotóxicos fazem bem à saúde e são nossos amigos"
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"Quando a Anvisa faz uma reavaliação
toxicológica de substâncias químicas, parte dos produtores alega que vetos
causarão aumento de custos. Entendo o lado deles, mas aceitar algo que já
mostrou que não é tão seguro assim é uma bomba-relógio prestes a explodir em
algum momento. Isso sem considerar que, no Brasil, o lobby dos agrotóxicos é
pesado. Daria uma filme ou novela tão engraçados e trágicos quanto o da
indústria do tabaco. O problema seria encontrar financiador". Artigo
de Leonardo Sakamoto.
Do Blog do Sakamoto Atendendo a uma ação ajuizada pelo Ministério Público Federal, a 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região condenou a Monsanto a pagar R$ 500 mil por danos morais aos consumidores por veicular, em 2004, propaganda em que relacionava o uso de soja transgênica e de herbicida à base de glifosato como benéficos ao meio ambiente. A informação é do Última Instância. Também foi obrigada a divulgar outro anúncio esclarecendo os danos dos agrotóxicos à saúde. Cabe recurso. Diálogo presente no comercial: - Pai, o que é o orgulho? - O orgulho: orgulho é o que eu sinto quando olho essa lavoura. Quando eu vejo a importância dessa soja transgênica para a agricultura e a economia do Brasil. O orgulho é saber que a gente está protegendo o meio ambiente, usando o plantio direto com menos herbicida. O orgulho é poder ajudar o país a produzir mais alimentos e de qualidade. Entendeu o que é orgulho, filho? - Entendi, é o que sinto de você, pai. Nhom! Uns acham fofo. Eu fico com um pouco de vergonha alheia… Também de acordo com o Última Instância, o relator do caso, desembargador Jorge Maurique, afirmou que “a propaganda deveria, no mínimo, advertir que os benefícios nela apregoados não são unânimes no meio científico e advertir expressamente sobre os malefícios da utilização de agrotóxicos de qualquer espécie”. Na época, o uso de sementes geneticamente modificadas nem havia sido ainda aprovada quando o vídeo foi ao ar. Segundo o MPF, a peça publicitária serviu para preparar terreno para tanto. “A ré realizou propaganda abusiva e enganosa, pois enalteceu produto cuja venda era proibida no Brasil e não esclareceu que seus pretensos benefícios são muito contestados no meio científico, inclusive com estudos sérios em sentido contrário ao apregoado pela Monsanto”, diz Maurique. O Brasil continua sendo rápido para aprovar produtos químicos que trazem lucro a poucos e lento para tirá-los de circulação ou punir quem abusou – quando fica provado que causam danos a muitos. Muitos agrotóxicos proibidos nos Estados Unidos, na União Européia e em alguns de nossos vizinhos latinos correm soltos – literalmente – contaminando água, terra e ar por aqui. E, por conseguinte, milhares de pessoas diretamente e milhões indiretamente. Mais de 1,5 milhão (das 5,2 milhões de propriedades rurais do país) utiliza agrotóxicos, fazendo do Brasil o seu maior consumidor mundial. O último Censo Agropecuário revelou que apenas 21% das propriedades declaravam receber instrução regular sobre o uso dos produtos químicos. O Rio Grande do Sul, estado em que correu o processo contra a Monsanto, é o que mais utiliza agrotóxicos em todo o país: ao todo, de acordo com o Censo, eram mais de 273 mil propriedades adeptas a esse expediente. Dados analisados pela Repórter Brasil mostram que, com o argumento em prol do aumento da produção, 46% das propriedades rurais que cultivavam soja recorreram a sementes geneticamente modificadas. A imensa maioria das lavouras desse grão fazia uso de agrotóxicos (95%) e adubação química (90%). Quem já assistiu ao filme “Obrigado por fumar” (Thank You for Smoking, 2006), que satiriza a indústria do tabaco e as associações de lobby que atuam nos Estados Unidos, sabe o que é o discurso da defesa do indefensável. É engraçado ver as falas cínicas do protagonista do filme e imaginar quantos cidadãos norte-americanos caem nesse conversê na vida real. Mas a história fica trágica quando verificamos que os mesmos discursos são descarregados sobre nós diariamente para justificar qualquer coisa. Entre elas, a expansão agropecuária irracional no Brasil. Perda de empregos, falta de comida, interesses estrangeiros, ecatombe maia (dezembro de 2012 já tá aí, né?), tudo é usado como desculpa para continuar passando por cima, com regras frágeis. Os filmes promocionais de empresas que produzem agrotóxicos entram nessa categoria. É de chorar de emoção. Em março do ano passado, a Folha de S.Paulo trouxe uma boa reportagem apontando que foi encontrado agrotóxico em leite materno no Mato Grosso. Segue um trecho: “O leite materno de mulheres de Lucas do Rio Verde, cidade de 45 mil habitantes na região central de Mato Grosso, está contaminado por agrotóxicos, revela uma pesquisa da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso). Foram coletadas amostras de leite de 62 mulheres, 3 delas da zona rural, entre fevereiro e junho de 2010. O município é um dos principais produtores de grãos do MT. A presença de agrotóxicos foi detectada em todas. Em algumas delas havia até seis tipos diferentes do produto. Essas substâncias podem pôr em risco a saúde das crianças, diz o toxicologista Félix Reyes, da Unicamp. “Bebês em período de lactação são mais suscetíveis, pois sua defesa não está completamente desenvolvida.” Ele ressalta, porém, que os efeitos dependem dos níveis ingeridos. A ingestão diária de leite não foi avaliada, então não é possível saber se a quantidade encontrada está acima do permitido por lei. “A avaliação deve ser feita caso a caso, mas crianças não podem ser expostas a substâncias estranhas ao organismo”, diz Reyes.” E o outro lado, ouvido pela reportagem: “A Associação Nacional de Defesa Vegetal, representante dos produtores de agrotóxicos, diz desconhecer detalhes da pesquisa, mas ressalta que a avaliação de estudos toxicológicos é complexa. Segundo a entidade, faltam estudos que comprovem prejuízos à saúde provocados por produtos usados adequadamente. Não há evidências científicas de que, quando usados apropriadamente, os defensivos agrícolas causem efeito à saúde.” Colocados contra a parede, setores envolvidos com materiais que potencialmente causam danos à saúde sempre escapam usando em profusão expressões como: “Não há evidências” e “Faltam estudos”. Quando a Anvisa faz uma reavaliação toxicológica de substâncias químicas, parte dos produtores alega que vetos causarão aumento de custos. Entendo o lado deles, mas aceitar algo que já mostrou que não é tão seguro assim é uma bomba-relógio prestes a explodir em algum momento. Isso sem considerar que, no Brasil, o lobby dos agrotóxicos é pesado. Daria uma filme ou novela tão engraçados e trágicos quanto o da indústria do tabaco. O problema seria encontrar financiador. Particularmente, sou a favor da liberdade de expressão total e sem restrições nas propagandas e anúncios. Que se diga tudo sobre a mercadoria – a parte boa e aquilo que se esconde para que ele seja vendido. Indústrias se defendem dizendo que não vão revelar informações que as coloquem em maus lençóis. Tudo bem! Abram espaço na TV para podermos trazer o outro lado. Mas se os anunciantes trouxessem a maior quantidade possível de informações sobre o que oferecem a nós, teríamos um país mais consciente. E uma revolução em alguns setores – da produção de salgadinhos até os agrotóxicos. Deixo, por fim, um filmete produzido pelo Instituto do Empreendimento Competitivo, um think tank cujo lema é “mercados livres e governos com limites”, que se chama “O Dióxido de Carbono é Nosso Amigo”. Através de um jogo tosco de palavras e ideias, tenta fazer crer que como o gás carbônico é essencial à vida na Terra, quanto mais dele, melhor. Ou seja, o aumento no efeito estufa – provocado pelo acúmulo de CO2 na atmosfera, oriundo principalmente da queima de combustíveis fósseis, e que tem sido responsável pelo aumento na temperatura global – seria uma grande falácia. O Instituto funciona como o centro de estudos sobre o tabaco, entidade fictícia presente no filme “Obrigado por fumar”, que tem por objetivo desenvolver pesquisas idôneas sobre o cigarro – que, é claro, sempre acabam beneficiando o lado das indústrias do fumo. Fonte: |
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
sábado, 8 de dezembro de 2012
Uma novidade para presentear nesta época
festiva, uma opção diferenciada para a tradicional cesta de natal,
presenteie com saúde e respeito ao para o meio-ambiente!
A cesta de natal da ECOBIO contêm alimentos orgânicos certificados que comprovam a qualidade orgânica, que por não conterem agrotóxicos ou transgenia são menos prejudiciais à sua saúde e ao meio-ambiente, além de serem mais saborosos e mais nutritivos.
Ideal para quem quer dar um presente incrível, uma cesta de natal totalmente diferente, inesquecível!
http://www.ecobiosaude.com.br/produtos/departamentos/?v=13
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Cesta de Natal ECOBIO
Uma novidade para presentear nesta época festiva, uma opção diferenciada para a tradicional cesta de natal, presenteie com saúde e respeito ao para o meio-ambiente!
A cesta de natal da ECOBIO contêm alimentos orgânicos certificados que comprovam a qualidade orgânica, que por não conterem agrotóxicos ou transgenia são menos prejudiciais à sua saúde e ao meio-ambiente, além de serem mais saborosos e mais nutritivos.
Ideal para quem quer dar um presente incrível, uma cesta de natal totalmente diferente, inesquecível!
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A cesta de natal da ECOBIO contêm alimentos orgânicos certificados que comprovam a qualidade orgânica, que por não conterem agrotóxicos ou transgenia são menos prejudiciais à sua saúde e ao meio-ambiente, além de serem mais saborosos e mais nutritivos.
Ideal para quem quer dar um presente incrível, uma cesta de natal totalmente diferente, inesquecível!
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012
A produção orgânica no México
A maioria dos produtos orgânicos produzidos no México é destinada ao mercado externo - principalmente indo para os Estados Unidos e a União Européia, mas também, em menor escala para o Japão e outros países menores. De longe, o mais importante produto de exportação é o café orgânico, que responde por 61 por cento de terra orgânica do México (239.763 hectares). Além disso, 35.000 hectares são utilizados para a produção de hortaliças, 16.000 para o cacau, 10.000 para o abacate, e significativas quantidades de agave, manga, coco, aloe vera, milho, frutas cítricas, mel e gergelim, que são produzidos quase exclusivamente para exportação. Em contrapartida, a produção de gado orgânico no México ainda está nos estágios iniciais de desenvolvimento e é atualmente comercializado exclusivamente no país.
Na maioria dos casos, os produtos orgânicos à base de carne vendida no México não são diferenciados dos produtos convencionais no mercado. Embora um número crescente de produtores de médio e grande porte tem sido atraído para a produção orgânica como meio de acesso ao mercado lucrativo de exportação, o setor orgânico mexicano continua a ser dominado por pequenos agricultores, muitos dos quais são indígenas. Estes produtores tendem a ser organizados em grupos, alguns dos quais representam mais de 12.000 membros. Em 2007/2008, até 99,9 por cento dos produtores orgânicos foram classificados como de pequena escala. Esses produtores têm uma média de 3,02 hectares, e cultivam 93,9 por cento da terra orgânica no México.
Entre 2004-05 e 2008, o percentual de indígenas do México, produtores orgânicos cresceu de 58 para 83 por cento. Hoje, 22 diferentes grupos indígenas estão envolvidos na produção orgânica. Os estados mais importantes do México em termos de produção orgânica são Chiapas e Oaxaca, que representam 36 por cento e 24 por cento da produção nacional de orgânicos, respectivamente. Querétaro é responsável por 7,7 por cento da produção orgânica do país, seguido por Guerrero, Tabasco, Michoacán, Veracruz, Jalisco e Sinaloa. Noventa por cento dos terrenos cultivados com técnicas orgânicas do México está localizada nos estados mencionados.Vinte e uma entidades estão envolvidas na certificação orgânica no México. Com exceção da Certimex, todos esses organismos são baseados em países estrangeiros - 11 nos Estados Unidos, quatro na Alemanha, uma na Itália, uma na Suíça, uma na Suécia e uma na Guatemala.
A Certimex é a certificadora mais importantes do país,com cerca de de 25 por cento de certificação de toda a terra orgânica (77.000 hectares).A Naturland da Alemanha e a American Organic Crop Improvement Association (OCIA) também são muito proeminentes. Nos últimos anos, os sistemas participativos de garantia (PGS), ou de certificação participativa, têm se tornado cada vez mais importante no setor orgânico mexicano. O PGS é ativamente promovido principalmente pela Rede Mexicana de Mercados Orgânicos e foi reconhecido como uma opção viável de certificação no artigo 24 da nova lei do país que rege os produtos orgânicos.
Fonte: The World of Organic Agriculture.
Statistics and Emerging Trends 2009.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Quer ganhar um pote de CHIA ORGÂNICA DA ECOBIO?
A Ecobio Produto Orgânico agora possui a primeira
Chia orgânica cultivada em solo brasileiro. A Chia é um dos alimentos mais
poderosos, funcionais e nutricionais do mundo, e traz com sua natureza,
inúmeros benefícios para a saúde e o bem-estar do ser humano.
Seus primeiros usos foram na época dos índios,
Astecas e Maias, onde sua semente era utilizada para turbinar a resistência
física e ajudar em longas marchas.
Na atualidade, a Chia é recomendada por
nutricionistas e demais agentes da saúde por agir no processo de digestão, no
bom funcionamento do intestino e consequentemente no processo de emagrecimento
por gerar saciedade.
Seus benefícios também são de prevenção contra
doenças cardiovasculares, diabetes e problemas de pressão.
Além disso, ela possui uma porcentagem rica em
nutrientes, fibras e sais minerais como ferro, cálcio e potássio.Com ética e
credibilidade consistente, a Ecobio trabalha para uma vida saudável e natural
de seus clientes, a partir da linha de produtos orgânicos diversificados e de
qualidade.
Para participar, basta curtir a página da ECOBIO no
Facebook. http://www.facebook.com/ecobiosaudeprodutoorganico?ref=hl - Para
participar clique no link: http://www.meusorteio.com/E1494
/
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Presentes em 1 a cada 3 mercados, orgânicos ficam mais baratos
Se antes custavam 70% mais que convencionais, hoje diferença é de 30%.
Faturamento do setor registra crescimento de 40% ao ano.
Anay Cury Do G1, em
São Paulo
Antes ocupando pequenos espaços nas gôndolas dos supermercados e sendo
comprados apenas por quem estivesse disposto a desembolsar mais pela sua
qualidade, os alimentos orgânicos começam a atrair a atenção de mais
consumidores, permitindo que o faturamento do setor registrasse aumento de 40%
no último ano. Com o aumento de escala, a diferença de preço entre os produtos
orgânicos e os convencionais, que em 2006 era de 70%, recuou para 30% neste
ano, segundo a Associação Brasileira de Orgânicos (BrasilBio).
“Essa nova tendência de consumo
começou há uns quatro, cinco anos, mas está se intensificando. A tecnologia do
orgânico já está dominada. No início, havia apenas produtores que levavam o
nome de ‘melhoristas’. Eles trabalhavam na base da tentativa e erro. Com a
incorporação dessa tecnologia, a produção aumenta e, consequentemente, o preço
cai”, disse Mauro de Rezende Lopes, pesquisados do Centro de Estudos Agrícolas
da Fundação Getulio Vargas (FGV). “Ainda não sabemos quando, mas os preços
deverão chegar a um equilíbrio.” Hoje, um em cada três supermercados no país
vende produtos orgânicos.
Fonte: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2011/08/presentes-em-1-cada-3-mercados-organicos-ficam-mais-baratos.html
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Receita com Feijão Azuki Orgânico da ECOBIO
O feijão azuki tem origem do Japão, é pequena e vermelha. Chama atenção pela , é cultivada a séculos na Austrália e no Japão, foi introduzida na Europa após o século XX, e foi trazido aqui para
através da emigração japonesa. É um alimento ideal para uso em uma
dieta, é leve e saudável. No Japão o feijão azuki é utilizado para
preparação de doces, por ter um sabor suave.
Benefícios
Com propriedades diuréticas, auxilia a combater o desenvolvimento de
pedras nos rins ou na vesícula, indicado principalmente para pessoas com
predisposição para criação dessas pedras.
Tem uma fermentação melhor que os outros feijões, ajuda a regular a
hipertensão e o excesso de açúcar, principalmente de diabéticos. Além
disso tem a vantagem de ser um alimento rico se ferro, cálcio,
proteínas, fósforo e vitaminas do complexo B, ajuda também na formação
óssea. Fortalece órgãos como rins, reprodutores, bexiga e melhora o
funcionamento do intestino.
Receita
Feijão Azuki com Abóbora
Ingredientes
- 1 copo de fejão azuki orgânico da ECOBIO
- 1 copo de abóbora em cubinhos
- 1 colher de sopa de alho picado
- 1 colher de sopa de óleo
- ½ colher de chá de cominho
- Sal
Modo de Preparo
Deixe o feijão de molho de um dia para o outro (ou coloque de manhã e
faça no final do dia). Troque a água e leve para cozinhar na pressão
por aproximadamente 15 minutos. Verifique se o cozimento foi suficiente.
Junte a abóbora e cozinhe com a panela destampada . Acrescente o sal. Refogue o alho com o óleo em uma e junte ao feijão, acrescentando também o cominho. Corrija o tempero se precisar.
Você pode variar e fazer como uma feijoada, juntando tofu defumado, castanhas e outro s legumes.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
O que são produtos orgânicos?
Em poucas palavras: São produtos cultivados
sem o uso de fertilizantes, agrotóxicos, hormônios ou sementes geneticamente modificadas.
No Brasil ainda é relativamente pequena sua produção (70% da produção de orgânicos no Brasil vem de núcleos de agricultura familiar), por isso nem sempre é possível encontrar tudo o que se gostaria em determinadas épocas. Itens cultivados sem serem borrifados com agrotóxicos (100% naturais) são menores e um pouco mais feiosos que os convencionais, porém os micronutrientes, (minerais, vitaminas e fitoquímicos, antibióticos naturais sintetizados por todas as plantas) estão presentes em maiores quantidades. A proliferação de bactérias nos orgânicos é menor porque eles têm menos água em sua composição. Resultado: a durabilidade é muito maior.
No Brasil ainda é relativamente pequena sua produção (70% da produção de orgânicos no Brasil vem de núcleos de agricultura familiar), por isso nem sempre é possível encontrar tudo o que se gostaria em determinadas épocas. Itens cultivados sem serem borrifados com agrotóxicos (100% naturais) são menores e um pouco mais feiosos que os convencionais, porém os micronutrientes, (minerais, vitaminas e fitoquímicos, antibióticos naturais sintetizados por todas as plantas) estão presentes em maiores quantidades. A proliferação de bactérias nos orgânicos é menor porque eles têm menos água em sua composição. Resultado: a durabilidade é muito maior.
O modelo de produção de orgânicos é
socialmente mais justo e traz benefícios ecológicos em escala global. O ideal
ecológico prega a independência do agricultor em relação à indústria
agro-química. Ao abrir mão dos químicos e se preocupar com a fertilidade da
terra, em vez de se ater apenas aos resultados da produção, ele está defendendo
a biodiversidade e protegendo o meio ambiente.
Hoje, há várias instituições que dão
certificados de garantia a produtos orgânicos: algumas das mais importantes são
o IBD, a EcoCert e a AAOCert que só concedem o selo de qualidade a quem estiver
em dia com uma agenda social (que inclui o combate ao trabalho infantil e
cuidados com a saúde e a moradia dos agricultores) e ecológica!
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